31 de janeiro de 2018
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Postado por Delta em 31/jan/2018

“PT NÃO PODE SE DAR AO LUXO DE QUERER CHAPA PURA”, DIZ MARCELO CASTRO

O presidente do MDB no Piauí afirma que o partido defende que as legendas da base do governador Wellington Dias (PT) devem sair unidas em um único “chapão” na coligação proporcional. Ele criticou a proposta de alguns líderes petistas de que o partido do governador saia com chapa pura. Segundo o emedebista, a melhor posição para o PT é ser “flexível”.

Marcelo Castro critica chapa pura do PT e chapinha de Evaldo (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)

                       Marcelo Castro critica chapa pura do PT e chapinha de Evaldo  

Para Marcelo, se todos os partidos vão se unir e votar no governador, o PT não pode fazer exigências. “O partido que tem cargo majoritário, que vai ser votado por todos os outros partidos não pode se dar a esse luxo. O PT não pode se dar ao luxo de querer chapa pura. Ele tem que seguir a vontade da ampla maioria. Quem tem cargo majoritário não pode impor essas condições de chapa proporcional exclusiva”, declarou.

O PT defende a chapa pura para conseguir aumentar a bancada na Assembleia Legislativa. De três deputados eleitos no pleito de 2014, o partido do governador quer fazer seis parlamentares em outubro. Isso é uma ameaça direta ao MDB que deseja manter a bancada de seis deputados, a maior da Casa, e ter maior poder de negociação com o governo.

Experiente, Marcelo afirma que o PT tem que ser mais flexível para evitar conflitos na base. “Vamos argumentar com a lógica e evidente que a razão precisa prevalecer. Não é razoável que todos se juntem para eleger um governador do partido e essa sigla faça exigências que venham no fundo a prejudicar a candidatura do governador. A melhor posição para o PT é ser mais flexível, mas condescendente porque o grande beneficiário dessa composição política será exatamente o PT porque tem o governador que vale por todos os cargos juntos”, afirmou.

CHAPINHA
Marcelo Castro também fez críticas as propostas de criação de duas “chapinhas”. Segundo ele, isso enfraquecerá o governador na Assembleia, pois reduziria as chances da base de fazer mais candidatos.

“Nós defendemos o chapão. O PMDB desde sempre acha que é o mais eficiente. O melhor para a base do governo é ter uma chapa única de proporcional para deputados federais e estaduais. Isso é uma coisa lógica. Se você faz duas chapas são duas sobras. Se faz três chapas são três sobras. E as sobras, muitas vezes, são suficientes para eleger mais um deputado federal, mais dois estaduais. Então quanto mais fracionar, mais sobras se terá e menos deputados no cômputo geral se irá fazer”, explicou.

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